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por Alan Tygel




O comitê do Rio de Janeiro realizou no dia 11 de setembro o segundo encontro de formação da Campanha Contra os Agrotóxicos. Depois de debater o modelo de agricultura baseado nos agrotóxicos, o tema desta vez foram os impactos dos agrotóxicos no meio ambiente. Os convidados para facilitar o estudo foram Denis Monteiro, da ANA – Articulação Nacional de Agroecologia, Gabriel Fernandes, da AS-PTA e André Burigo, da EPSJV/Fiocruz. O encontro ocorreu na ocupação Manoel Congo, do Movimento Nacional de Luta pela Moradia – MNLM – no Centro do Rio.

Os 20 militantes que dispuseram o domingo para o encontro deram uma mostra da grande abrangência da Campanha. Tivemos a presença de estudantes da Universidade Rural do Rio de Janeiro, militantes da Rede Alerta contra o Deserto Verde, do Sindicato dos Químicos, do MST, pesquisadores da UFRJ, comunicadores populares, entre outros. O material que serviu de apoio para o debate pode ser encontrado no blog Pratos Limpos.

Em Santa Catarina, seminários regionais da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

São Miguel do Oeste - SC


seminario sao miguel do oeste sc
Durante os dias 12 e 13 de agosto de 2011, mais um passo importante na luta contra os agrotóxicos foi dado pelo comitê da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, do Extremo Oeste Catarinense. Comitê esse formado pela Via Campesina, MPA, MST, PJR, PJMP, MMTU, IFSC Campus de São Miguel do Oeste, Coletivo Sindical, Paróquia São Miguel Arcanjo, IECLB e Pastorais Sociais. Nestes dias foram realizados dois seminários regionais.

por Alan Tygel


Neste domingo, dia 7 de agosto, a Campanha Permanente Contra Os Agrotóxicos e Pela Vida realizou o primeiro encontro de formação no Rio. Pela manhã, foram abordadas questões gerais sobre o agronegócio como modelo de desenvolvimento agrário baseado nos venenos. Já no período da tarde, foi debatida a dinâmica da produção agrária no Rio de Janeiro, mostrando as regiões que usam mais agrotóxicos.

O debate foi facilitado por Paulo Alentejano, professor da UERJ e FioCruz, mais conhecido como Paulinho Chinelo. A primeira parte do debate foi subsidiada por 3 textos: Questão agrária no Brasil atual – uma abordagem a partir da Geografia, de Paulo Alentejano e dois textos do Caderno de Formação 1 da Campanha: “Mercado de Agrotóxicos no Brasil” e “O Círculo Vicioso dos Venenos Agrícolas”. Além disso, foram exibidos trechos do filme O Mundo Segundo a Monsanto.

Cerca de 130 pessoas de mais de 20 organizações, envolvedo movimentos sociais do campo e da cidade, sindicatos, entidades estudantis e ambientalistas, se reuniram no último dia 29 no auditório da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), para fazer o lançamento do Comitê Regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

O Vale do São Francisco é uma das regiões brasileiras mais afetadas pelo uso de agrotóxicos, devido à atuação de empresas do agronegócio que cultivam grandes lavouras de frutas irrigadas na forma de monocultivos e são extremamentes dependentes do uso de agrotóxicos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Brasil lidera o uso de agrotóxicos no mundo, sendo responsável por 16% do consumo mundial e 84% na América Latina

DSC 9812 300x199 Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida é lançada no Paraná

Nessa terça-feira (31) foi lançada em Curitiba a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, iniciativa que reúne cerca de 50 entidades do Brasil com o objetivo de ampliar o debate junto à sociedade sobre o consumo, a venda e os impactos ambientais provocados pelos agrotóxicos. O encontro foi realizado pela organização Terra de Direitos, o Coletivo Maio de estudantes de Direito da Universidade Federal do Paraná – UFPR, a Coordenação dos Movimentos Sociais do Paraná e a Via Campesina.

O lançamento faz parte da Jornada de Lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, que vai até sexta-feira (03). Milhares de militantes do estado estão na capital paranaense para discutir seu projeto de sociedade e pressionar o poder público pelos direitos dos trabalhadores do campo.

Campanha contra agrotóxico leva debate e pimentões para a Câmara

 Deputados convocam entidades no Dia Mundial da Saúde para discutir impactos dos venenos agrícolas

 07/04/2011

Vinicius Mansur

Brasília (DF) 

Embalados pelo lançamento da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e por inúmeras denúncias dos impactos dos venenos agrícolas na saúde dos brasileiros, os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, discutiram o tema em audiência pública nesta quinta-feira (07), Dia Mundial da Saúde.

Flavia Bernardes

As entidades ligadas a Via Campesina, que reúne agricultores familiares de todo o País, iniciaram nesta quinta (7) um ciclo de debates  para lançar a ‘Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida’. O objetivo da campanha é debater com a sociedade as conseqüências do uso de agrotóxicos, buscando o combate da sua aplicação em todo o País, segundo a Via Campesina.

A Via Campesina do Estado do Espírito Santo lança a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida.  O evento acontece no CEFORMA (Km 44, Rodovia Nova Venécia- São Mateus)  em São Mateus, no próximo dia 25/03, às 9h. 

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida é uma iniciativa de diversas organizações camponesas e urbanas, e vem sendo construída nacionalmente com o objetivo de combater o uso de agrotóxicos e a ação de suas empresas produtoras e comercializadoras, explicitando as contradições geradas pelo modelo de produção imposto pelo agronegócio.

5 de outubro de 2011

Do Odiário


João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST, estará em Maringá nesta quarta-feira (5) para o lançamento do Comitê Regional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O evento acontece na Universidade Estadual de Maringá (UEM), às 19h30, na sede social da Associação dos Funcionários da UEM (Afuem).

No Brasil, a campanha reúne entidades como o MST, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento de Pequenos Agricultores (MAB), Fundação Oswaldo Cruz, entre outras. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) é um das entidades organizadoras no Distrito Federal.

A partir do alerta de que "O agrotóxico mata", realizou-se, em setembro de 2010, o Seminário Nacional contra o uso dos Agrotóxicos, em que representantes de movimentos sociais, ambientalistas, organizações ligadas à área da saúde, pastorais sociais, estudantes e pesquisadores das universidades aprofundaram o debate sobre os agrotóxicos.
Da ação nasceu a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, cujo papel é articular comitês nos Estados, envolver o maior número de organizações, produzir material de agitação, fazer formação e trabalho de base.

Diversos movimentos sociais, associações, ONGs e demais organizações têm promovido, pelo Brasil afora, a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. A campanha foi lançada em 12 Estados, em todas as regiões do país, com diferentes atividades: audiências públicas no parlamento, feiras de produtos da Reforma Agrária, distribuição de alimentos produzidos sem agrotóxicos, seminários de estudos e atos públicos de denúncia.

Em Maringá, representantes de diversos movimentos sociais como a Escola Milton Santos, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná, o Grupo de Agroecologia de Maringá (Gaama), representantes do Conselho Municipal da Saúde de Maringá e do Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da UEM constituíram uma comissão de trabalho que vai buscar outros apoios para o para o lançamento do Comitê e da Campanha na Região Noroeste do Paraná.

Além do lançamento do Cômitê e da Campanha na Região Noroeste do Paraná, haverá também o lançamento do documentário "O Veneno está na mesa", que está disponível no YouTube.


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