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Contratados pela Shell, trabalhadores atuam em área isolada devido à contaminação por pesticidas sem o uso de todos os equipamentos de proteção necessários

Do Boletim da AS-PTA - Número 578 - 23 de março de 2012

O novo movimento Occupy Monsanto, uma ramificação do Occupy Wall Street, está convocando pessoas e organizações de todo o mundo a fazer parte de um dia internacional de protestos em 17 de setembro, quando o movimento Occupy Wall Street completará um ano. O grupo demanda, entre outros, a rotulagem obrigatória de alimentos contendo ingredientes transgênicos (que não existe nos EUA) e que não sejam aprovados novos cultivos transgênicos desenvolvidos para tolerar aplicações de herbicidas altamente tóxicos (como é o caso da soja tolerante ao 2,4-D, já em testes no Brasil).

“Goste você ou não, é provável que a Monsanto tenha contaminado a comida que você comeu hoje com agrotóxicos e transgênicos. A Monsanto controla a maior parte do suprimento global de alimentos às custas da democracia alimentar ao redor do mundo”, diz o site do movimento.

O Seminário Estadual contra o uso de Agrotóxicos acontece agora a tarde (23/03) no auditório da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS).

O evento é organizado pelo Comitê Estadual Contra o uso de Agrotóxicos e pela Vida, Wanderlei Severino da Silva, ele explica que além de debater o tema o objetivo primordial do debate é organizar as diversas lideranças para compor um comitê central. “As lutas estão isoladas em Mato Grosso do Sul, precisamos unir todas as ideiais e as pessoas que irão compor as nossas regionais”.

Vários estados do Nordeste participam do programa.
Emater projetou construção de cerca de 1,4 mil barragens no RN.


Uma solução simples pode ajudar os agricultores do semi-árido a segurar a umidade das águas do período chuvoso. A barragem subterrânea é uma construção rápida e barata que mantém perfeitamente a umidade do solo favorecendo o plantio durante, praticamente, o ano todo.

O rio Seridó dá nome à região sudoeste do Rio Grande do Norte, justamente conhecida como Região do Seridó, que é pobre de água, como toda a caatinga. Por isso, barragens são muito comuns e já fazem parte da paisagem.

Do Portal da Embrapa Arroz e Feijão, divulgada dia 17 de janeiro de 2011

Reportagem de Roselene Chaves


É comum os agricultores da Região Centro-Oeste no Planalto Central considerarem o cultivo de feijão de primeira safra, ou safra das águas, como muito vulnerável ao fungo causador do mofo branco e à praga mosca branca, que transmite o vírus do mosaico dourado. Embora ambas as doenças possuam geralmente maior incidência na segunda ou terceira safra da leguminosa, elas podem ser bastante graves também nas lavouras nesta época do ano. Contudo, esse risco encontra-se sob controle no campo de estudos agroecológicos da Embrapa Arroz e Feijão.

Nesse local, o centro de pesquisa vem conduzindo há oito anos, em parcelas experimentais, avaliações acerca do cultivo orgânico de feijão sem que ocorra a infestação dessas duas doenças. Segundo a Embrapa Arroz e Feijão, trata-se de áreas cujo solo foi corrigido com calcário e rocha fosfática e que o feijoeiro vem sendo plantado na primeira safra. Após a colheita dos grãos, em meados de fevereiro/março, são semeados adubos verdes como sorgo, crotalária, mucuna e guandu. Essas espécies servem para reciclar e fixar nutrientes no solo e, no período de florescimento, são cortadas, permanecendo os restos culturais até a safra de verão seguinte (novembro), quando o feijão com inoculantes é semeado em plantio direto.

Para produtor, uma das vantagens é não ter de lidar com veneno. 
Alimento é plantado em volta de árvores e espécies nativas do cerrado.

 
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

 
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Arroz e Feijão está testando uma nova variedade do feijão, chamado de agroecológico. Os testes acontecem em uma propriedade dePirenópolis, a 127 quilômetros deGoiânia. “Ele é produzido absolutamente sem nenhum produto químico e desenhado de acordo com as normas da natureza. As plantas conseguem conviver com insetos e com pragas e fungos sem causar danos econômicos”, explica o pesquisador Agostinho Didonetti.

Plantado em uma área experimental, no meio de uma roça de milho e em volta de árvores frutíferas e espécies nativas do cerrado, o alimento parece estar em um local estranho, mas é neste ambiente em que se cultiva o feijão no novo sistema.

8 de março de 2012
 

Página do MST

 

Cerca de 500 mulheres do MST ocuparam uma fazenda para denunciar a utilização exagerada de agrotóxicos no município de Sousa, na região de Patos, na Mesorregião do Sertão Paraibano, na manhã desta quinta-feira (8/3).

A Fazenda Santana utiliza grandes quantidades de agrotóxicos para a produção de algodão, que tem causado problemas de saúde para os trabalhadores da lavoura e para a comunidade que vive na região.

"Brasil deveria proibir totalmente o uso de agrotóxicos", diz Stedile

Agência Brasil

O uso de agrotóxicos nas lavouras brasileiras, como forma de elevar a produtividade no campo, foi criticado pelo coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, que participou de aula inaugural da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).


A operação visa combater a falsificação, comercialização e o contrabando. Até as 7h40 [horário de Mato Grosso], seis suspeitos já tinham sido detidos.

Da Revista Fator Brasil

Na perspectiva de ser um campo de debates para a Conferência Mundial Rio+20, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), da Fiocruz, dá início ao ano letivo de 2012 com palestra a Contra os agrotóxicos e pela vida, do coordenador do Movimento Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, no dia 14 de março (quarta-feira). A aula inaugural é aberta ao público, não necessita de inscrição prévia e será realizada às 9h30 no auditório térreo da ENSP.

Stedile, que esteve na ENSP ano passado, abordará a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, que tem como objetivo ampliar o debate com a população sobre a falta de fiscalização do uso, do consumo e da venda de agrotóxicos, a contaminação dos solos e das águas, bem como denunciar os impactos dos venenos na saúde dos trabalhadores das comunidades rurais e dos consumidores das comunidades urbanas.

O evento será transmitido pela internet, no endereço www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/videos.

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz),Auditório térreo, Rua Leopoldo Bulhões, 1.480, Manguinhos, Rio de Janeiro
Com muitos esforços e dificuldades - já que, ao contrário do agronegócio, não contamos com nenhum financiamento - o Comitê Minas Gerais vai realizar o 1º Seminário Estadual, para 100 participantes, com caráter de formação e organização. As discussões terão como linhas os temas da questão agrária e ambiental, dos efeitos sobre a saúde e a segurança alimentar e da organização de comitês e ações.
 
Orientamos que as regiões que já contam com Comitês Regionais enviem seus representantes e que aquelas que não os têm enviem representantes de organizações e entidades. É de extrema importância que os participantes sejam pessoas que cumprirão o papel de interiorizar e operacionalizar a Campanha em seus campos de atuação, com formação, organização e ação.
 
O Comitê Estadual está se esforçando para garantir o local para realização, a hospedagem e as refeições. Solicitamos que todos tragam alimentos para fazermos os nossos lanches solidariamente. O deslocamento ficará a cargo das regiões. A seguir estão as orientações de inscrição, data e localização. Em breve enviaremos mais detalhes sobre a programação e sobre como chegar ao local.

1º Seminário Estadual de Minas Gerais
Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida
 
- Data/horário: das 08:00 de 14/04 às 14:00 de 15/04/12. Quem vier de fora da capital deverá chegar para pernoitar no dia 13/04.
- Local: Centro de Formação da Fetaemg, localizado à Rua Cissus, 15, Bairro Juliana, Belo Horizonte-MG 
- Inscrição prévia até 09/04, com nome, telefone/endereço eletrônico, organização e município. Inscrever-se pelo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo (31) 3226-8403 - ramal 208, falar com Sônia, no Conselho Regional de Nutricionistas-CRN. A inscrição precisa ser feita, para que possamos planejar corretamente a estrutura.
 
Contamos com a sua participação!
 
Articulação dos Empregados Rurais de Minas Gerais - ADERE MG
Articulação Mineira de Agroecologia – AMA
Assembléia Popular
Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF
Caritas Brasileira Regional Minas Gerais
Comissão Pastoral da Terra – CPT
Conselho Regional de Nutrição - CRN
Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais - CONSEA-MG
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - EMATER-MG
Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil – FEAB
Federação dos Trabalhadores na Agricultura Estado de Minas Gerais - FETAEMG
Fórum das Pastorais Sociais
Grupo de Estudos em Saúde e Trabalho Rural - GESTRU - UFMG
Mandato Deputado Federal Padre João
Mandato Deputado Estadual Rogério Correia
Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB
Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
Rede de Educação Cidadã – RECID - MG
Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas
Sindicato dos Trabalhadores em Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - SINTER-MG
Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política/Arquidiocese de BH
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