Campanha

Cerca de 130 pessoas de mais de 20 organizações, envolvedo movimentos sociais do campo e da cidade, sindicatos, entidades estudantis e ambientalistas, se reuniram no último dia 29 no auditório da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), para fazer o lançamento do Comitê Regional da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

O Vale do São Francisco é uma das regiões brasileiras mais afetadas pelo uso de agrotóxicos, devido à atuação de empresas do agronegócio que cultivam grandes lavouras de frutas irrigadas na forma de monocultivos e são extremamentes dependentes do uso de agrotóxicos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Brasil lidera o uso de agrotóxicos no mundo, sendo responsável por 16% do consumo mundial e 84% na América Latina

DSC 9812 300x199 Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida é lançada no Paraná

Nessa terça-feira (31) foi lançada em Curitiba a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, iniciativa que reúne cerca de 50 entidades do Brasil com o objetivo de ampliar o debate junto à sociedade sobre o consumo, a venda e os impactos ambientais provocados pelos agrotóxicos. O encontro foi realizado pela organização Terra de Direitos, o Coletivo Maio de estudantes de Direito da Universidade Federal do Paraná – UFPR, a Coordenação dos Movimentos Sociais do Paraná e a Via Campesina.

O lançamento faz parte da Jornada de Lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, que vai até sexta-feira (03). Milhares de militantes do estado estão na capital paranaense para discutir seu projeto de sociedade e pressionar o poder público pelos direitos dos trabalhadores do campo.

Campanha contra agrotóxico leva debate e pimentões para a Câmara

 Deputados convocam entidades no Dia Mundial da Saúde para discutir impactos dos venenos agrícolas

 07/04/2011

Vinicius Mansur

Brasília (DF) 

Embalados pelo lançamento da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e por inúmeras denúncias dos impactos dos venenos agrícolas na saúde dos brasileiros, os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, discutiram o tema em audiência pública nesta quinta-feira (07), Dia Mundial da Saúde.

Flavia Bernardes

As entidades ligadas a Via Campesina, que reúne agricultores familiares de todo o País, iniciaram nesta quinta (7) um ciclo de debates  para lançar a ‘Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida’. O objetivo da campanha é debater com a sociedade as conseqüências do uso de agrotóxicos, buscando o combate da sua aplicação em todo o País, segundo a Via Campesina.

A Via Campesina do Estado do Espírito Santo lança a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida.  O evento acontece no CEFORMA (Km 44, Rodovia Nova Venécia- São Mateus)  em São Mateus, no próximo dia 25/03, às 9h. 

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida é uma iniciativa de diversas organizações camponesas e urbanas, e vem sendo construída nacionalmente com o objetivo de combater o uso de agrotóxicos e a ação de suas empresas produtoras e comercializadoras, explicitando as contradições geradas pelo modelo de produção imposto pelo agronegócio.

5 de outubro de 2011

Do Odiário


João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST, estará em Maringá nesta quarta-feira (5) para o lançamento do Comitê Regional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O evento acontece na Universidade Estadual de Maringá (UEM), às 19h30, na sede social da Associação dos Funcionários da UEM (Afuem).

No Brasil, a campanha reúne entidades como o MST, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento de Pequenos Agricultores (MAB), Fundação Oswaldo Cruz, entre outras. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) é um das entidades organizadoras no Distrito Federal.

A partir do alerta de que "O agrotóxico mata", realizou-se, em setembro de 2010, o Seminário Nacional contra o uso dos Agrotóxicos, em que representantes de movimentos sociais, ambientalistas, organizações ligadas à área da saúde, pastorais sociais, estudantes e pesquisadores das universidades aprofundaram o debate sobre os agrotóxicos.
Da ação nasceu a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, cujo papel é articular comitês nos Estados, envolver o maior número de organizações, produzir material de agitação, fazer formação e trabalho de base.

Diversos movimentos sociais, associações, ONGs e demais organizações têm promovido, pelo Brasil afora, a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. A campanha foi lançada em 12 Estados, em todas as regiões do país, com diferentes atividades: audiências públicas no parlamento, feiras de produtos da Reforma Agrária, distribuição de alimentos produzidos sem agrotóxicos, seminários de estudos e atos públicos de denúncia.

Em Maringá, representantes de diversos movimentos sociais como a Escola Milton Santos, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná, o Grupo de Agroecologia de Maringá (Gaama), representantes do Conselho Municipal da Saúde de Maringá e do Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da UEM constituíram uma comissão de trabalho que vai buscar outros apoios para o para o lançamento do Comitê e da Campanha na Região Noroeste do Paraná.

Além do lançamento do Cômitê e da Campanha na Região Noroeste do Paraná, haverá também o lançamento do documentário "O Veneno está na mesa", que está disponível no YouTube.