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Caminhos Alternativos

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Caminhos Alternativos

Zé Pinto

 

Se plantar o arroz ali,

se plantar o milho a cula,

um jeito de produzir,

pra gente se alimentar.

Primeiro cantar do galo,

já se levanta da cama,

e o camponês se mistura

a terra que tanto ama.

 

Amar o campo, ao fazer a plantação,

não envenenar o campo é purificar o pão.

 

Amar a terra, e nela plantar semente,

a gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.

A gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.

 

Choro virou alegria,

a fome virou fartura,

e na festa da colheita,

viola em noite de lua.

Mutirão é harmonia,

com cheiro de natureza,

o sol se esconde na serra

e a gente ascende a fogueira.

 

Amar o campo, ao fazer a plantação,

não envenenar o campo é purificar o pão.

 

Amar a terra, e nela plantar semente,

a gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.

A gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.

 

Quando se envenena a terra,

a chuva leva pro rio,

nossa poesia chora,

se a vida tá por um fio,

e ela é pra ser vivida,

com sonho, arte e beleza,

caminhos alternativos

e alimentação na mesa.

 

Amar o campo, ao fazer a plantação,

não envenenar o campo é purificar o pão.

 

Amar a terra, e nela plantar semente,

a gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.

A gente cultiva ela, e ela cultiva a gente.